13 de maio: Comemoração da Abolição da Escravatura, Dia da Fraternidade Brasileira e Dia do Automóvel
151 - Comemoração da Abolição da Escravatura: É uma comemoração da assinatura da Lei Áurea em 13 de maio de 1888, pela Princesa Imperial Regente do Brasil Isabel.

Fonte: Caderno do Aluno de História- 7ª série/8º ano- volume 4 e http://www.suapesquisa.com/historiadobrasil/abolicao.htm
152 - Dia da Fraternidade Brasileira: É uma ideia que estabelece o homem como animal político, fez uma escolha consciente pela vida em sociedade e para tal convive com seus semelhantes numa relação de igualdade, visto que em essência não há nada que hierarquicamente os diferencie: são como irmãos (fraternos). Este conceito é a peça-chave para a plena configuração da cidadania entre os homens, pois, por princípio, todos os homens são iguais. De uma certa forma, a fraternidade não é independente da liberdade e da igualdade, pois para que cada uma efetivamente se manifeste é preciso que as demais sejam válidas.
Tirado de:http://www.escola.sed.sc.gov.br/eebprofjosefneto/2011/05/12/13-%C2%B7-dia-da-fraternidade-brasileira/
153 - Dia do Automóvel: Entre todas as invenções, o automóvel sempre terá um lugar de destaque. A história do século XX está intimamente ligada a esse objeto de desejo de tantas pessoas. Se na origem do automóvel estava a vontade de criar um meio de transporte que permitisse à pessoa deslocar-se de forma fácil, rápida e cômoda, hoje o automóvel é muito mais do que isso, pois é encarado como um símbolo de status e estilo de vida do seu proprietário.
Tirado de:http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/maio/dia-do-automovel.php
No século XIX, especificamente na década de 1870, na região Sul do Brasil, já ocorria a atividade industrial com o assalariamento de brasileiros e imigrantes em usinas industriais, nas região Norte os engenhos eram substituídos por essas usinas, nos grandes centros urbanos desejava-se indústrias também, tornando a utilização de escravos menor.
Nessa época o principal país que se utilizava da produção industrial, potência econômica mais poderosa e com quem o Brasil tinha relações, era a Inglaterra, que pressionava o nosso governo para a abolição da escravidão, com intuito de vender para mais pessoas seus produtos.
Também nossa sucessora do trono, que era a Princesa Imperial Regente, por D. Pedro II estar com problemas de saúde, a Princesa Isabel, era a favor da abolição da escravidão, principalmente pelo afeto por eles (em sua infância ela costumava brincar com as outras crianças escravas) e por ser bastante religiosa. Ela até costumava financiar alforrias, acolhia escravos fugidos e defendia o Quilombo do Leblon.
Começaram então processos para a liberdade dos escravos, com a criação de leis que favorecia aos escravos(apesar de que algumas tinham sido criadas antes de 1870). Essas leis foram:
- Lei nº 581- Lei Eusébio de Queiroz, de 4 de setembro de 1850
Essa lei assinada pelo Imperador D. Pedro II, proibia a compra de novos negros, ou seja, era proibido o tráfico negreiro.
- Lei nº 2040- Lei do Ventre Livre, de 28 de setembro de 1871
Essa lei assinada pela Princesa Imperial Isabel(em uma das vezes que foi regente), determinava que o filho de qualquer escrava nascido no Império, estariam livre e que os filhos menores deveriam ficar sobre os cuidados dos senhores de sua mãe até os oito anos completos, depois dessa idade o senhor tinha opção de ser indenizado pelo Estado com 600$000( acredito que seja 600 réis), ou de utilizar dos serviços dos menores até os 21 anos de idade.
- Lei nº 3270- Lei dos Sexagenários ou Lei Saraiva- Cotegipe, de 28 de setembro de 1885
Essa lei assinada pelo Imperador D. Pedro II, dava liberdade aos escravos de 60 anos de idade completos, com a condição de que aqueles com essa idade antes ou depois da execução dessa lei, deveria pagar como indenização pela sua alforria com três anos de serviços, e os maiores de 60 anos e menores de 65 anos, ao completarem essa idade não precisaram indenizar seu ex-senhor.
- Lei nº 3353- Lei Áurea, de 13 de maio de 1888
Lei assinada pela Princesa Imperial Regente Isabel, que declarava extinta a escravidão no Brasil.

Fonte: Caderno do Aluno de História- 7ª série/8º ano- volume 4 e http://www.suapesquisa.com/historiadobrasil/abolicao.htm
152 - Dia da Fraternidade Brasileira: É uma ideia que estabelece o homem como animal político, fez uma escolha consciente pela vida em sociedade e para tal convive com seus semelhantes numa relação de igualdade, visto que em essência não há nada que hierarquicamente os diferencie: são como irmãos (fraternos). Este conceito é a peça-chave para a plena configuração da cidadania entre os homens, pois, por princípio, todos os homens são iguais. De uma certa forma, a fraternidade não é independente da liberdade e da igualdade, pois para que cada uma efetivamente se manifeste é preciso que as demais sejam válidas.
É eventualmente confundida com a expressão caridade e solidariedade, embora elas tenham significados radicalmente diferentes. A fraternidade expressa a dignidade de todos os homens, considerados iguais e assegura-lhes plenos direitos (sociais, políticos e individuais).
Tirado de:http://www.escola.sed.sc.gov.br/eebprofjosefneto/2011/05/12/13-%C2%B7-dia-da-fraternidade-brasileira/
153 - Dia do Automóvel: Entre todas as invenções, o automóvel sempre terá um lugar de destaque. A história do século XX está intimamente ligada a esse objeto de desejo de tantas pessoas. Se na origem do automóvel estava a vontade de criar um meio de transporte que permitisse à pessoa deslocar-se de forma fácil, rápida e cômoda, hoje o automóvel é muito mais do que isso, pois é encarado como um símbolo de status e estilo de vida do seu proprietário.
O primeiro automóvel da história foi um veículo construído por Joseph Cugnot, em 1771. Tinha três rodas e era movido a vapor. Podia atingir a velocidade de 3,5 km/h. Em 1862, Étienne Lenoir desenvolveu o primeiro motor de combustão interna, utilizando gás. Seguindo essa sequência de sucessos nos experimentos, os alemães Karl Benz e Gottlieb Daimler construíram, em 1889, aquele que é considerado o primeiro carro moderno: um automóvel movido a gasolina, já preparado para ser comercializado.
No entanto, a popularização do automóvel só aconteceu em 1908, quando o norte-americano Henry Ford desenvolveu o famoso Ford T, chamado de "Fordinho", que apresentava um custo muito mais reduzido, devido à concepção da linha de montagem idealizada por Ford. Em cinco anos foram vendidas 250 mil unidades, mais do que todos os carros que circulavam antes da sua invenção. Foi esse o modelo que serviu de base à criação dos atuais automóveis.
Utilizada até hoje, a linha de montagem funciona de maneira a economizar tempo e, consequentemente, reduzir o custo do produto final. Cada funcionário, ou um grupo deles, é responsável pela instalação de uma das partes do veículo, que segue na "linha" até outro grupo, responsável por outra parte, e assim sucessivamente, até que o carro fique completo.
A partir daí, o automóvel ganhou definitivamente as ruas, onde várias marcas e modelos disputam a atenção do consumidor. Algumas delas entraram para sempre na história do automóvel. O Volkswagen, ou seja, "carro do povo", o Citroën 2Cv e o Fiat 600 são exemplos de carros que atingiram enorme popularidade, com fãs-clubes em todo o mundo.
A história do automóvel, no Brasil, apresenta algumas curiosidades e momentos pitorescos. Em 1893, as pessoas se comprimiam na rua Direita, em São Paulo, para ver de perto Henrique Santos Dumont, irmão do Pai da Aviação, "pilotando" seu carro aberto, movido a a vapor. Em 1897, no Rio de Janeiro, o povo se surpreendeu com o primeiro automóvel da cidade, cujo dono era José do Patrocínio, o famoso Tigre da Abolição, que dirigia seu veículo a vapor importado da França. Em 1956, Juscelino Kubitschek implantou a indústria automotiva no Brasil, mediante a criação do Grupo Executivo da Indústria Automobilística (Geia), fato que concorreu para o desenvolvimento industrial do país e crescimento e fortalecimento dos sindicatos de classes.
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