260 - Dia Nacional das Artes: A arte nasceu com o homem. Com a arte o homem conseguiu transformar o movimento
em dança, o grito em canto, e reproduzir pela imagem e pelo gesto as
coisas que sente e a emoção que contempla.




Tirado de: http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/agosto/dia-nacional-das-artes.php
261 - Dia da Luta Contra a Violência no Campo: Para as mulheres camponesas, o 12 de agosto é o Dia de Luta contra a Violência no Campo e por Reforma Agrária. A data lembra o assassinato de Margarida Alves, em 1983, uma grande lutadora contra as injustiças no campo que foi morta em Alagoa Grande/PB, a mando dos fazendeiros interessados em continuar explorando as trabalhadoras e trabalhadores. Os assassinos continuam soltos, nem chegaram a ser julgados.

Tirado de: http://www.consciencia.net/agencia/2005/1608-mmcbrasil.html
A presença da arte numa obra se nota quando através dela o artista nos comunica os seus temores, anseios e esperanças e quando ela estabelece uma relação profunda entre o homem e o mundo, exprimindo uma realidade interior mais intensa e não menos significativa do que a exterior que captamos através dos sentidos. Criar arte e amá-la foi privilégio de todos os povos, raças, crenças, épocas, meridianos e culturas.
Por tudo isso, e muito mais, as artes têm um valor imenso, inestimável em todo o mundo, e são ensinadas em todas as escolas públicas dos países desenvolvidos.
No Brasil, as artes (música, teatro, dança, etc.) só foram motivo de preocupação das autoridades ligadas à educação pública no século XX. As leis 4024 de l961, a 5692 de 1971 e a 9.394 de 1996 se preocuparam com o ensino da arte nas escolas e instituíram o ensino das quatro linguagens de artes (artes plásticas ou artes visuais, teatro, música, dança).
Com isto, acertaram plenamente, pois a meta principal do ensino da arte é: 1) o desenvolvimento do aluno nas quatro linguagens de artes; 2) o crescimento de sua autonomia e a capacidade inventiva, sempre levando em conta os valores e sentidos do seu universo cultural. No entanto, em todo este espaço de tempo, houve um descompasso entre a realidade das escolas e as inovações pretendidas pelas instâncias regulamentadoras.
O poder público que tem a tarefa de coordenar a política nacional de educação sempre deixou a desejar no que se refere ao investimento em políticas que priorizassem a formação do professor nas quatro linguagens da arte. Não investiu também no fornecimento de material de apoio e espaços de intimidade propícios à relação do aluno com as coisas e consigo mesmo. A arte precisa de um ambiente que impele à curiosidade, que leve o aluno a absorver do particular ao essencial, a descontrair para criar. É preciso valorizar os aspectos educativos contidos no universo da arte, porque ela contém em si muitos componentes pedagógicos.
Apesar das escolas públicas procurarem se adaptar à orientação da Lei 9.394 e com os Parâmetros Curriculares Nacionais, há deficiência no ensino da arte em quase todo o Brasil. Com isso, as atividades com as artes nas escolas públicas traduzem-se em técnicas de trabalhos artísticos em fundamentação teórica que apresente a arte enquanto linguagem contextualizada historicamente. Isto é grave porque atualmente muitas mudanças ocorreram na maneira de apreciar a arte.
Sua forma de expressão diversificou-se: ela está no filme, no anúncio de jornal, na TV, na publicidade, no desenho industrial. As artes visuais (artes plásticas, artes gráficas, vídeo, cinema, fotografia, arte de computador) indicadas pela Lei 9.394, as mais apreciadas atualmente, e mais úteis do ponto de vista econômico, não poderiam jamais deixar de ser ensinadas corretamente nas escolas públicas.




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261 - Dia da Luta Contra a Violência no Campo: Para as mulheres camponesas, o 12 de agosto é o Dia de Luta contra a Violência no Campo e por Reforma Agrária. A data lembra o assassinato de Margarida Alves, em 1983, uma grande lutadora contra as injustiças no campo que foi morta em Alagoa Grande/PB, a mando dos fazendeiros interessados em continuar explorando as trabalhadoras e trabalhadores. Os assassinos continuam soltos, nem chegaram a ser julgados.
O assassinato da Irmã Dorothy Stang, agente da Comissão Pastoral da Terra e de outros sindicalistas, neste ano, escancarou para a sociedade brasileira a realidade de violência no campo. “Também é uma violência o povo continuar sem terra, sem trabalho, sendo escravo dos fazendeiros. As trabalhadoras e trabalhadores sofrem com a falta de políticas públicas que favoreçam as(os) agricultoras(es) e incentivem a produção de alimentos. As mulheres ainda sofrem muitas injustiças. Trabalham muito sem que o seu trabalho seja valorizado.
Agora é principalmente a situação da previdência social que preocupa. Perder os direitos já conquistados é uma grande violência contra os trabalhadores, principalmente contra as mulheres”, destaca Justina Cima, da direção nacional do Movimento de Mulheres Camponesas.

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