321 - Dia da Banana: Pasmem: a fruta, imortalizada por Carmem Miranda num enfeite
de cabeça pra lá de esquisito, tem um dia só para ela.
A banana chegou ao nosso conhecimento trazida pelos árabes nas suas
embarcações como uma fruta muito valiosa. Na verdade ela é
originária das regiões tropicais da Índia e da Malaia,
e já era conhecida e cultivada há mais de 4000 anos.


Tirado de: http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/setembro/dia-da-banana.php
322 - Dia dos Amantes: Não encontrei nada.
323 - Data da Juventude do Brasil: Há quem diga que 2004 é o ano da juventude no Brasil, mas o fato é que há projetos sendo delineados e implementados em diversos segmentos da sociedade. Só pra mencionar algumas áreas: emprego, educação, saúde, cultura, cidadania, desporto e lazer. Em todas elas há ações, projetos e até mesmo programas desenhados para a juventude, como por exemplo o tão falado "primeiro-emprego", só pra citar um deles.
Tirado de: http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/setembro/dia-da-juventude-no-brasil.php
324 - Dia do Contador: A História da Contabilidade é tão antiga quanto a história da própria civilização. Ela surgiu 6.000 anos a.C. dos povos Sumero-Babilônicos, Feníncios, Egípcios, Gregos, Cretenses, Romanos, etc.




Tirado de: http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/setembro/dia-do-contador.php
As bananeiras existem no Brasil desde antes do seu descobrimento. Quando Cabral aqui chegou, encontrou os indígenas comendo, in natura, bananas de um cultivar muito digestivo que se supõe tratar-se do ‘Branca’ e outro, rico em amido, que precisava ser cozido antes do consumo, chamado de ‘Pacoba’, que deve ser o cultivar Pacova. A palavra pacoba, em guarani, significa banana. Com o decorrer do tempo, verificou-se que o ‘Branca’ predominava na região litorânea e o ‘Pacova’, na Amazônica.
O nome banana vem da palavra "banan", e também foi dado pelos Árabes. Banana significa "dedos". Faz sentido, já que a forma da fruta realmente alude a essa parte do corpo. Além de saborosa, apresenta alto valor nutritivo, por ser rica em carboidratos.


Tirado de: http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/setembro/dia-da-banana.php
322 - Dia dos Amantes: Não encontrei nada.
323 - Data da Juventude do Brasil: Há quem diga que 2004 é o ano da juventude no Brasil, mas o fato é que há projetos sendo delineados e implementados em diversos segmentos da sociedade. Só pra mencionar algumas áreas: emprego, educação, saúde, cultura, cidadania, desporto e lazer. Em todas elas há ações, projetos e até mesmo programas desenhados para a juventude, como por exemplo o tão falado "primeiro-emprego", só pra citar um deles.
A juventude brasileira tem ambições não muito diferentes do resto dos jovens do mundo: quer trabalhar, ter segurança, se divertir. Infelizmente, a realidade do país não consegue proporcionar isso a todos, criando uma parcela de negligenciados no meio do processo. O triste quadro parece ter solução: cada vez mais os jovens estão se conscientizando de seu papel político e social; as ONG´s (Organizações Não-Governamentais) estão aí para mostrar isso.
O Brasil possui uma bela história de luta de seus jovens. A década de 60, permeada do autoritarismo de plena ditadura miliar, foi ferreamente combatida por jovens idealistas. Manifestações, passeatas, protestos de todos os tipos invadiram o país. O musical Hair, a expressão máxima do ideal "paz e amor", chocaria os mais velhos ao mostrar atores nus. Ainda se teria muito que aprender com os jovens...
A coragem e determinação sempre foram características da juventude: ela pode muito bem ser a solução para o Brasil.
Tirado de: http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/setembro/dia-da-juventude-no-brasil.php
324 - Dia do Contador: A História da Contabilidade é tão antiga quanto a história da própria civilização. Ela surgiu 6.000 anos a.C. dos povos Sumero-Babilônicos, Feníncios, Egípcios, Gregos, Cretenses, Romanos, etc.
A contabilidade passou por uma época chamada "Época Empírica" (6.000 a 1202 a.C.) que se caracterizou pela ausência da sistematização dos registros e pela ausência dos estudos de natureza científica e metodológica.
A Contabilidade surgiu das necessidades que as pessoas tinham de controlar aquilo que possuíam, gastavam ou deviam. Sempre procurando encontrar numa maneira simples de aumentar suas posses. Logo com as primeiras administrações, surge a necessidade de controle, que seria totalmente impossível sem a aplicação dos registros.
Os vestígios de contabilidade dos Incas se davam através de nós dados em cordas penduradas, que registravam os seus bens.
No Egito, era anotado a medição e o transporte do trigo. Entre hieroglíficos se encontra a figura de um pastor registrando as suas ovelhas, através de pedrinhas. Pelos achados nota-se que a contabilidade consistia em simples anotações a fim de evitar lapsos de memória, como em relatórios de trocas de bens e serviços.
Quando inadvertidamente uma matilha de lobos ataca, e após uma enorme confusão causa um considerável prejuízo, com um misto de raiva e resignação, ele faz a recontagem das ovelhas e atira fora as pedrinhas excedentes.
Auxiliada pela própria natureza, acaba de ser inventada a Contabilidade. Na Babilônia, a escrituração era feita em tábuas de argila retangulares ou ovais bem rudimentares. As mais famosas são URUK, JENDET-NASR e UR ARCAICA. Os templos possuíam escriturários próprios, denominados DUB-SAR e o chefe de escrituração era chamado DUB-SARMAG ou PA-DUB-SAR.
A fim de evitar adulterações, já tinham o "SELO DO SIGILO" do templo. Alcançando-se assim, uma nova fase de evolução no controle e nas administrações. Foi nesta fase que apareceram o Diário e Memorial. As revisões ou complicações da escrita eram depois arquivadas, ou seja, depositadas em vasos ou caixas, feitos de argila ou vime, que eram lacrados e colocado etiquetas que resumiam o conteúdo.
No Antigo Egito, havia muitos armazéns, também chamado casa das contas e tesourarias, onde trabalhavam vários escriturários. O Inventário tinha grande influência na vida do povo, pois servia para registrar os bens móveis e imóveis. No império Médio, encontramos um livro escriturário, onde era feito o registro diário da entrada de bens. Esse registro era feito pelo secretário da Corte.
O Egito muito colaborou para a história da contabilidade, quer pelo amor que tinham pela escrita, como pela evolução que conseguiram imprimir. Milhares de anos se passaram, pouco mudou os lobos e as ovelhas. Na Antiguidade, as trocas de bens e serviços eram seguidas de simples registros ou relatórios sobre o fato. Mas as cobranças de impostos na Babilônia, já se faziam com escrituração, embora rudimentar.
Tábuas de barro cozido e placas de madeira ou de pedra eram usadas para os registros de pagamentos de serviços. Uma escriba egípcia contabilizou os negócios efetuados pelo governo do seu país, no ano 2000 a.C.
Sistemas de escritas contábeis foram bastante utilizados nas Ilhas Britânicas. Empregavam-se ramos de árvores assinalados com talhos como provas de dívida ou de quitação. As escritas governamentais da república romana (200 a.C.) já traziam as receitas de caixa classificadas em rendas e lucros, e as despesas compreendidas nos itens salários, perdas e divisões. Os gestores, funcionários do Estado tinham como atribuição examinar as contas dos governos provinciais. O imperador Augusto foi talvez, o primeiro governante da história a estabelecer um orçamento público.
No período medieval, diversas inovações na técnica da contabilidade foram introduzidas por governos locais e pela Igreja. O imperador Carlos Magno determinou, por volta do ano 800, na Capitulare de Villis, na realização de um inventário anual de propriedade, em livros especiais as receitas e despesas. Em 831, um "contador" assinou a escritura de uma propriedade transferida por santo Ambrósio a um nobre italiano.
Exames de livros de contabilidade foram efetuados na Inglaterra, durante o reinado de Henrique I, no século XII. Os empréstimos a empresas comerciais e os investimentos em dinheiro determinaram no desenvolvimento de escritas especiais que refletissem os interesses dos credores e investidores e, ao mesmo tempo, fossem úteis aos comerciantes, em suas relações com os consumidores e os empregados. O aumento de volume dos negócios registrado após a Revolução Industrial fez surgir na necessidade de exames contábeis das experiências financeiras das empresas, como base para empréstimos e inversões de capitais.
O governo passou a reconhecer como contadores, somente pessoas qualificadas para o exercício da profissão. A importância da matéria aumentou com a intensificação do comércio internacional e com as guerras ocorridas nos séculos XVIII e XIX, que causaram numerosas falências e a conseqüente necessidade de se proceder à determinação das perdas e lucros entre credores e devedores. Já no século atual, o extraordinário crescimento dos negócios exigiu a criação de serviços especiais e um aprendizado legal.
Este trabalho teve por objetivo precípuo sintonizar a Contabilidade, através de sua evolução histórica, como um ferramental insubstituível do Administrador de negócios na organização como um todo, destinada a informar os múltiplos usuários nos seus aspectos mais relevantes à tomada de decisões.
O pesquisador ao longo de sua carreira profissional vivenciada em empresas transnacionais constatou as mudanças e aplicativos de cada demonstrativo e a sua real utilidade para envio aos interessados não somente para decidir, mas, sobretudo para criar mecanismos que pudessem minimizar o impacto das obrigações tributárias em detrimento do retorno de seus investimentos, e para também poderem analisar o comportamento de seus delegados à frente de suas Companhias sobre o modo como foram aplicados os recursos destinados à manutenção e ao enriquecimento do capital.




Tirado de: http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/setembro/dia-do-contador.php
Comentários
Postar um comentário
Respondam aqui o que acharam ou peçam alguma postagem em especial.